Sobre a Carvalhelhos
A água do pH7…
Presente no imaginário de muitas gerações de consumidores, Águas de Carvalhelhos é uma das poucas marcas centenárias portuguesas. E os seus aquíferos subterrâneos um dos tesouros naturais do País. Tanto que assume há mais de um século um lugar de especial destaque na excelência generalizada das águas engarrafadas nacionais. Graças às características organoléticas, à estabilidade e à qualidade das nascentes que estão na origem de tudo. E que se mantêm inalteradas ao longo dos anos. Graças à essência da Serra do Barroso, no concelho de Boticas, no coração de Trás-os-Montes.
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Pureza em dupla forma
A água mineral natural da Carvalhelhos apresenta-se equilibrada na sua mineralização e tem como marca d’água um pH7 (neutro), uma característica que especialistas associam à harmonia da função digestiva. Exibe na sua composição uma notável presença de sílica, elemento indispensável nos processos de assimilação do cálcio nos ossos, assim como na produção de colagénio no nosso organismo – a proteína responsável por manter as células firmes e unidas e que é essencial na formação de alguns tecidos como cartilagens, ligamentos, e músculos.
Já a água mineral natural gaseificada destaca-se das congéneres pelo seu baixo nível de sódio, constituindo-se como a melhor escolha dos consumidores que procuram prevenir a hipertensão, bem como outras patologias que tenham o sódio como um dos responsáveis.
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Uma relação de confiança
Não são muitas as empresas (inter)nacionais que podem dizer que sobreviveram aos efeitos de guerras mundiais, crises económicas cíclicas, mudanças políticas bruscas, convulsões sociais desafiadoras e tantos outros episódios, próprios na vida de um país. As Águas de Carvalhelhos fê-lo, tendo sabido aproveitar todas essas etapas para solidificar a relação de confiança com os seus clientes e parceiros de mercado. E de caminhada.
O início da operação comercial aconteceu em 1915, sob a designação de Caldas Santas de Carvalhelhos, então detentora do alvará de concessão e de exploração. Mas a descoberta das águas, a que foram atribuídas valências termais e propriedades medicinais, aconteceu bem antes, em meados do século XIX.
Admite-se, porém que as termas das Caldas Santas fossem já conhecidas mesmo antes da época romana. Comprovou-o Santos Júnior e a sua equipa de trabalho, numa campanha arqueológica ao Castro de Carvalhelhos (sobranceiro à estância termal e entretanto classificado como Imóvel de Interesse Público), em meados dos anos 50 do séc. XX.


